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Japão continuará a apoiar o desenvolvimento de Moçambique

O Japão vai continuar a apoiar o desenvolvimento de Moçambique através do financiamento de projectos que visem o crescimento económico do país, disse quarta-feira em Maputo o embaixador cessante Toshio Ikeda. A garantia foi dada pelo embaixador no final de uma audiência com o Chefe do Estado moçambicano, Filipe Nyusi, para a presentação de cumprimentos de despedida, após o fim do seu mandato que durou cerca de dois anos e meio. Ikeda deixou garantias claras de que as relações políticas, económicas e sociais entre o Japão e Moçambique são para serem continuadas e os investimentos no sector empresarial vão manter-se como forma de continuar a participar do processo do desenvolvimento do país. “O Governo do Japão continuará a trabalhar junto com Moçambique para ajudar no desenvolvimento do país. Queremos aumentar as potencialidades do crescimento económico de Moçambique” disse Toshio Ikeda, citado pela agência noticiosa AIM. Sem revelar os montantes que o seu Governo vai aplicar em Moçambique nos próximos anos, o diplomata garantiu que as trocas comerciais vão registar um aumento e os investimentos no país vão crescer para fortificar ainda mais a presença do Japão em Moçambique com financiamentos directos para projectos de desenvolvimento. “Moçambique exporta carvão para o Japão e queremos aumentar a exportação de produtos para o meu país, que participa em grandes projectos económicos como o Corredor de Nacala e na exploração do gás natural”, afirmou. O embaixador disse ainda que o financiamento concedido para o projecto do Corredor de Nacala e o investimento na exploração de gás natural na bacia do Rovuma, em Cabo Delgado, no Norte de Moçambique, torna o Japão como o segundo país com maior montante de investimento em Moçambique. O Corredor de Nacala, situado na província de Nampula, norte de Moçambique, constitui uma das mais importantes linhas de caminho-de-ferro de circulação de mercadorias da África Oriental. (Macauhub)

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Sasol deverá produzir 20 mil toneladas de gás de cozinha em Inhambane

A petroquímica Sasol deverá produzir 20 mil toneladas de gás de cozinha na província de Inhambane para abastecer o mercado moçambicano. O projecto, avaliado em 600 milhões de dólares, inclui a exploração de petróleo leve e de gás natural em poços de hidrocarbonetos descobertos. A informação sobre a instalação de uma unidade de produção de gás de cozinha foi avançada, esta quinta-feira, pelo Presidente do Conselho de Administração do Instituto Nacional de Petróleo, Carlos Zacarias. O projecto vai permitir suprir mais da metade do consumo de gás de cozinha no país. Os trabalhos em Inhamabane de implantação de gás de cozinha deverão iniciar ainda este ano e incluem um projecto de produção petróleo leve e mais gás natural. Segundo Carlos Zacarias, mais projectos de produção de gás de cozinha deverão florescer no país, como forma de garantir a autossuficiência no abastecimento deste combustível às famílias e instituições. Fonte: O País

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ZIMBABWE PRETENDE INCREMENTAR INVESTIMENTO PRIVADO EM MOÇAMBIQUE

Os empresários zimbabweanos pretendem incrementar os investimentos em Moçambique em vários sectores, com maior incidência para o agronegócio, segundo anunciou ontem, 5 de Fevereiro, o Embaixador do Zimbabwe, Lieutenant General Douglas Nyikayaramba, durante a visita que efectuou à CTA. No encontro com a CTA, foram identificadas outras áreas de interesse comum entre os empresários zimbabweanos e moçambicanos, onde podem cooperar mutuamente, como turismo, energia, recursos minerais, indústria e pesca. O Embaixador partilhou o interesse do seu país na promoção de pacotes conjuntos de turismo, com vantagens e marketing mútuos entre os dois países. Para o efeito, o Ministro do Ambiente do Zimbabwe efectuará, brevemente, uma visita a Moçambique para estabelecer acordos neste sector. Em relação ao agronegócio, abordou-se, entre outros aspectos, o desenvolvimento de um projecto de produção agrícola em 70 mil hectares, na província de Gaza, onde irá capitalizar-se a experiência do Zimbabwe. É expectativa da CTA, que o encontro, com o diplomata zimbabweano, sirva de um importante ponto de partida para mudar o actual quadro das relações comerciais entre os dois países, que, nos últimos três anos, rondaram nos 56 milhões de dólares americanos por ano. Fonte: CTA

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