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Agostinho Vuma eleito presidente da Câmara Agrícola Lusófona

O Presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique foi eleito presidente da Câmara Agrícola Lusófona. Agostinho Vuma pretende com a câmara ampliar as oportunidades de desenvolvimento agrícola e dos mercados no país. Agostinho Vuma foi eleito presidente da Câmara Agrícola Lusófona na última sexta-feira, em Assembleia Geral realizada na cidade do Porto, em Portugal. A Câmara é uma associação empresarial sem fins lucrativos que promove a divulgação do agronegócio a nível internacional com particular ênfase nos países de língua portuguesa. “A Câmara Agrícola Lusófona é uma plataforma que permite às organizações e as empresas estabelecerem parcerias para promover a internacionalização, a inovação e o empreendedorismo”, lê-se num comunicado de imprensa enviado ao “O País” pela CTA. O documento faz ainda referência que a Câmara é uma entidade reconhecida pelos Governos da Comunidade de Países de Língua Oficial Portuguesa. “Agostinho Vuma já tinha sido nomeado Embaixador da Plataforma SBN para a Expansão Nutrição Saudável e engajamento do Sector Privado nestas práticas. Do lado político, a nível de África, é Embaixador dessa rede o antigo Presidente da Tanzânia, Jakaya Kikwete”, indica a nota de imprensa. Fonte: O País

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ENH de Moçambique procura angariar 1,5 mil milhões de dólares

Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH) inicia esta semana um conjunto de apresentações aos investidores para angariar 1,5 mil milhões de dólares para financiar a participação da empresa no projecto de gás natural Área 1, no qual detém uma participação de 15%, disse o presidente da estatal moçambicana. Omar Mithá disse à agência financeira Bloomberg que o primeiro encontro com os investidores acontecerá esta semana, em Joanesburgo, a que se seguirá Londres, para acrescentar que o financiamento pode vir de bancos, de fundos de investimento ou até de participações no projecto. Esta será a primeira vez que uma empresa pública moçambicana vai recorrer aos mercados financeiros internacionais, depois da reestruturação da dívida contraída pela Empresa Moçambicana de Atum com o aval do Estado, acordada com os investidores e concretizada no final de Outubro. Embora a Fitch Ratings tenha recentemente melhorado a notação de risco de Moçambique, de “RD” para “CCC”, o país continua identificado como apresentando riscos muitos elevados, não tendo a dívida por si emitida qualidade para investimento, sendo altamente especulativa. O projecto Área 1 da bacia do Rovuma mudou de operador recentemente, depois do grupo Total ter adquiridos os activos do grupo Anadarko Petroleum Corp em África, na sequência da aquisição deste último pelo grupo Occidental Petroleum Corp. O bloco em questão é operado pelo grupo Total, com 26,5%, tendo como parceiros a ENH Rovuma Área Um, subsidiária da estatal moçambicana Empresa Nacional de Hidrocarbonetos, com 15%, Mitsui E&P Mozambique Area1 Ltd. (20%), ONGC Videsh Ltd. (10%), Beas Rovuma Energy Mozambique Limited (10%), BPRL Ventures Mozambique B.V. (10%) e PTTEP Mozambique Area 1 Limited (8,5%). Fonte: Macauhub

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